terça-feira, 23 de julho de 2013

Garota encontrada morta em Caracolzinho residia em Barra de Santana.

O agricultor João Valentino do Nascimento, de 56 anos, está sendo procurado pela polícia, suspeito de matar a tiros a filha, Elaine Sousa do Nascimento, de 17 anos.
O corpo da jovem foi encontrado em estado de putrefação por moradores, no sitio “Caracolzinho” entre Barra de Santana e Aroeiras, Agreste paraibano no último sábado.
Segundo a delegada Renata Dias, a polícia ainda não sabe o que motivou o crime. As informações preliminares são de que houve violência sexual e agressão física à vítima.
A adolescente morava em Barra de Santana e desde quarta-feira (17/07), por volta das 17h30, se encontrava desaparecida.
De acordo com a polícia, ela e o pai saíram de casa em uma moto para ir ao supermercado na cidade de Queimadas.
Pouco depois, o homem voltou para casa sem a filha e teria alegado que não sabia onde ela estava. "Foi muito estranha a atitude dele. Ele desapareceu depois que encontraram o corpo" comentou o irmão da vítima e também filho do acusado Elias Souza, com exclusividade a equipe da TV Correio/Record.
As imagens das câmeras internas de segurança do estabelecimento foram analisadas pela polícia, mas o suspeito e a vítima não foram vistos no local indicado pelo pai.
E Neste sábado, o homem teria chamado o filho para dar um passeio e indicou o local onde a vítima estaria.
A delegada Renata Dias disse que "o  irmão de Elaine nos contou que ao chegar próximo a um matagal o pai apontou dizendo onde a jovem estaria. Quando fizemos buscas, o corpo foi encontrado em uma mata de 1,5m de altura, dificilmente acharíamos tão cedo se não fosse a informação dele. Enquanto eram realizadas as buscas, ele desapareceu e não foi mais encontrado".
A família relatou à polícia que o homem estava ultimamente sob efeito de medicação antidepressiva.
"O corpo foi encontrado em estado de putrefação, com marcas de dois tiros, no tórax e crânio. Foi requisitado exame de conjunção carnal, mas a indicação preliminar do legista é de que não houve violência sexual nem agressão física", disse a delegada.
FONTE:  MÁRCIO RANGEL
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